Escolher o tipo de empresa certo é fundamental para o sucesso do negócio: o enquadramento influencia impostos, obrigações e a forma como a empresa cresce. Os quatro formatos mais comuns cobrem quase todos os casos.
MEI: simples, barato e com limite
Ideal para pequenos negócios, o MEI é simples de abrir e tem baixo custo — mas é limitado a um faturamento anual de até R$ 81 mil e a atividades permitidas. Passou do teto ou precisa contratar mais, é hora de migrar.
LTDA e SLU: o meio do caminho da maioria
A LTDA é uma das formas mais comuns de abertura, ideal para negócios com mais de um sócio e faturamento mais alto.
Já a SLU (sucessora da EIRELI) é indicada para quem empreende sozinho e deseja separar o patrimônio pessoal do empresarial — proteção que o MEI não entrega na mesma medida.
SA: para operações maiores
A SA é voltada para grandes empresas, com possibilidade de captação de recursos através da venda de ações. Estruturas de governança mais robustas acompanham o formato.
Como decidir na prática
A conta considera três variáveis: faturamento previsto, número de sócios e objetivos do negócio. Um contador societário analisa o cenário, indica o enquadramento ideal e cuida da constituição — e de alterações futuras, como entrada de sócios ou reorganizações.
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